Necessidades percebidas

Houve um tempo em que o necessário era construir pirâmides e templos; em outro, significou movimentar-se em veículos autopropulsores; depois foi destruir cidades em explosões atômicas; depois, viagens espaciais…

Cultivamos tecnologias para satisfazer a necessidades percebidas, não a necessidades universais determinadas pela natureza.

A conquista do supérfluo nos dá mais estímulo espiritual que a conquista do necessário.

Somos produtos do desejo, não de necessidade.

*adaptado de “The evolution of technology” (George Basalla)

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