A complexidade da natureza humana

*adaptado do livro “Psicologia organizacional” (Edgar Schein)

Talvez a implicação mais importante [das hipóteses mencionadas] é a de que os dirigentes empresariais devem ter boa capacidade de diagnosticar e devem valorizar o espírito de indagação. Se as aptidões e os motivos das pessoas que trabalham sob suas ordens são tão variáveis, os dirigentes devem ter a sensibilidade e a capacidade diagnóstica de conseguir sentir e apreciar essas diferenças. Em vez de considerarem a existência das diferenças individuais uma verdade dolorosa a ser repelida, os dirigentes devem aprender a valorizar as diferenças e valorizar o processo diagnóstico que revela as diferenças. Para tirar vantagem da compreensão diagnóstica, os dirigentes devem ser suficientemente flexíveis e ter a competência interpessoal necessária para variar o próprio comportamento. Se as necessidades e os motivos dos subordinados são diferentes, eles também devem ser tratados de modo diferente.

Nosso erro tem consistido na simplificação e na generalização exageradas. Se os dirigentes de organizações adotarem uma atitude mais científica em relação ao comportamento humano, eles poderão testar suas hipóteses e obter um diagnóstico melhor; e, se o fizerem, poderão agir da maneira mais adequada a quaisquer exigências que a situação vier a apresentar.

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