Organizações não são máquinas

*trecho extraído e adaptado do livro “Leadership and the new science: discovering order in a chaotic world” de Margaret Wheatley

Nossas idéias sobre como a mudança ocorre tem origem numa visão newtoniana do mundo. Nós tratamos uma organização problemática como se ela fosse uma máquina quebrada. Utilizamos um diagnóstico reducionista para encontrar o problema, esperando encontrar uma causa singular para nossas aflições. Procuramos todas as causas possíveis para o erro, buscando uma parte que esteja defeituosa – um gerente ruim, uma equipe que não funciona, uma unidade de negócios falida. Para reparar a organização, tudo o que precisamos fazer é substituir a parte quebrada e voltar a operar normalmente.

Esse é o modelo tradicional de mudança organizacional. Ele é derivado do pensamento da engenharia. Eu acredito que essa abordagem explica o porque a grande parte dos esforços de mudança acabam falhando. Estima-se que 75% de todos os projetos de mudança acabam em nada. Esse é um número extremamente alto, mas como podemos esperar algo melhor se não pararmos de tratar nossas organizações como máquinas?

 

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