Mudança de servidor

Conforme comunicado anteriormente, o site acaba de ser transferido de volta para o servidor do WordPress, sendo que o acesso pelo domínio “luiguimoterani.com.br” continua vigente até o final do ano. Após esse período o site ficará acessível apenas através do endereço “luiguimoterani.wordpress.com”

Anúncios

Desistir é difícil, mas às vezes é necessário.

So long and thanks for all the fish!

A decisão de não mais continuar a manter o site atualizado não foi uma decisão fácil. No início do ano eu já havia pensado se realmente estava valendo a pena todo o trabalho envolvido na manutenção do site, tanto é que sequer renovei o registro do domínio quando ele expirou, entretanto acabei por rever minha decisão e renovei tanto o registro como os demais serviços que mantém o site no ar por mais algum tempo até que as novas idéias implementadas recentemente pudessem trazer resultados (afinal, já são mais de 5 anos trabalhando nesse projeto, achei que valeria a pena tentar mais uma vez).

Entretanto, passados mais de 6 meses dessa decisão, vejo que pouco (ou melhor, quase nada) mudou. O site tem uma boa cota de leitores assíduos, uma visitação que gera em média 10.000 visualizações de páginas (pageviews) todos os anos, mais de 500 seguidores no Twitter e um grande número nas diversas outras redes onde estou presente. Nesses 5 anos de vida já foram publicados mais de 200 posts, indicações de livros, vídeos, slides, entre outras coisas – uma média de um post novo a cada 10 dias.

Não são números astronômicos, mas são bastante relevantes na minha análise dado que o assunto é um tanto específico e que nunca busquei ter um site popular mas sim com um público selecionado e conteúdo diferenciado.

Imagino que aquilo que eu tenho para dizer tem algum valor pois as pessoas continuam voltando para ver o que eu tenho para falar, alguns sites reproduzem com a minha permissão aquilo que eu escrevo e vários outros simplesmente copiam descaradamente o que encontram por aqui sem sequer dar crédito ao artigo original, o que me leva a pensar que os artigos tem alguma relevância.

O site também está bem rankeado no resultado de pesquisas no Google, com mais de 10.000 impressões no último mês, como no caso da busca “O cliente tem sempre razão mesmo quando está errado” em primeiro lugar no momento em que escrevo esse post, e “Produtividade e satisfação nas organizações” na primeira página de resultados.

O site e os artigos renderam alguns resultados, como por exemplo uma entrevista para a revista Pellegrino e algumas citações em artigos e outros sites, porém são resultados muito tímidos para todo o esforço realizado.

Aqueles que se dispõem a manter um site e escrever sabem que isso não é uma tarefa fácil. É necessário tempo para ler, refletir, escrever, revisar, pesquisar, publicar, divulgar e muitas outras coisas que acontecem nos bastidores e consomem um bom tempo mas nunca aparecem para o usuário final, como manutenção do serviço de hospedagem, WordPress, plugins, temas, otimização para mecanismos de busca, manutenção do AdSense, Analytics, Google Webmasters, Buffer, Mailchimp e mais uma infinidade de tarefas. Tudo isso sem contar o dinheiro gasto com tudo isso que foi mencionado além da compra de livros, revistas, assinatura de sites, entre outras coisas.

Recentemente fiz a proposta de manter o site para uma base de membros pagantes, de forma que seria possível manter o projeto em andamento dentro do padrão de qualidade que sempre foi praticado. Mais de 1.200 pessoas da minha rede de contato foram consultadas, mas a conversão (número de pessoas que efetivamente tornaram-se membros) foi literalmente zero.

Uma alternativa a membros pagantes seria monetizar o site através do AdSense, mas isso gera muito pouco dinheiro (centavos na verdade) e seria necessário multiplicar no mínimo cem vezes a visitação atual para ter alguma renda que justificasse todo o trabalho.

Outra alternativa seria a doação, uma idéia semelhante ao Gittip, mas parece que ainda não temos essa cultura por aqui.

O site deve permanecer no ar por algum tempo – até o domínio expirar, até eu decidir cancelar o plano de hospedagem, o WordPress resolver removê-lo, ou qualquer coisa do tipo – e o conteúdo continuará acessível gratuitamente a todos como sempre foi, entretanto ele não será mais atualizado. Até cheguei a pensar em dizer que ele seria atualizado quando eu tivesse vontade, ou esporadicamente, mas achei melhor colocar um ponto final nesse projeto e não criar falsas expectativas.

Continuarei a “repensar o fantástico mundo dos negócios” no meu Twitter, LinkedIn e alguns outros lugares (se você ainda não me segue no Twitter essa é uma boa hora para começar a seguir), mas no que diz respeito ao site, esse é um capítulo encerrado. Talvez fechando essa porta, outras se abrirão.

Como é de costume, deixo um trecho do livro “The dip” do Seth Godin (na edição brasileira “O melhor do mundo) para encerrar esse último post.

A maioria das pessoas tem medo de desistir. É mais fácil ser medíocre do que enfrentar a realidade e desistir.

Desistir é difícil. Desistir exige que você reconheça que jamais será o número 1. Então é muito mais fácil continuar, não admitir suas limitações e aceitar a mediocridade.

Que desperdício.

Muito obrigado a todos que me acompanharam durante todo esse tempo, pelas contribuições, pelo apoio e pela sua atenção e disposição para ouvirem tudo aquilo que eu tinha para falar.

Sucesso a todos!

Luigui Moterani

16/12/2013

Que tal contribuir?

Recentemente anunciei que o site passaria por algumas mudanças. A idéia era tornar o acesso ao conteúdo exclusivo para membros, de maneira a tornar possível continuar disponibilizando periodicamente conteúdo de qualidade, resenhas de livros e outros materiais.

Apesar da grande base de leitores assíduos a idéia não teve grande repercussão (nenhuma para se sincero) de forma que estou alterando a proposta do projeto inicial.

Todo o conteúdo do site (arquivo e novos materiais) estará à disposição de todos, de forma gratuita , como tem sido há anos.

O que não muda é que, para continuar fazendo com a mesma qualidade o trabalho que vem sendo feito há anos, é necessário que eu disponibilize tempo (para ler, escrever, pesquisar, resenhar, etc) e dinheiro (com livros, revistas, assinatura de outros sites, etc).

Sendo assim, a partir de agora você encontra na lateral direita do site um botão do PagSeguro para fazer uma doação. O valor é você quem decide. Quanto mais dinheiro for arrecadado, mais conteúdo será disponibilizado. Conto com sua ajuda! Obrigado!

//
//

Gestão não é brincadeira – ou será que é?

Brincando de gerenciar uma organização

Tenho escrito muito sobre os conceitos de gestão na era da complexidade, ou gestão 3.0 como colocado por Jurgen Appelo, e é bacana ver como esses conceitos muitas vezes não ficam restritos ao ambiente organizacional.

De uma forma geral as novas teorias sobre gestão apontam para um ambiente formado por equipes dotadas de autonomia, que operam dentro de um ambiente de regras claras – o termo originalmente utilizado é “constrains” que faz muito mais sentido – em busca de um objetivo claramente definido. Não existe a figura do gerente que controla e dita a todo o momento o que pode ou não pode ser feito, não existe “controle” apenas “ordem”, não existe necessariamente uma hierarquia onde o nível mais baixo se reporta ao superior, apenas diferentes graus de responsabilidade.

No mundo real diversas empresas tem demonstrado que isso realmente funciona e faz sentido – apesar de ser extremamente controverso – e  recentemente tomei conhecimento de um jogo que coloca à prova esses conceitos de gestão de uma forma um tanto lúdica, e que demonstra mais uma vez que as idéias propostas por essa nova era da gestão apontam para o caminho certo.

O jogo em questão é o Drei, desenvolvido pela Etter para a plataforma iOS (especificamente para o iPad) mas que também pode ser jogado online através do browser.

No Drei o jogador é um personagem anônimo que fica flutuando no espaço e se “comunica” com sons e barulhos. O objetivo é transportar peças de um local para outro de forma a solucionar os desafios de cada estágio. Ocasionalmente outros jogadores aparecem dentro do seu ambiente e se dispõem a ajudar. Você pode cumprimentá-los (não é possível “falar” ou “escrever mensagens”) e eles podem ajudá-lo a terminar a sua tarefa (desafio), mas não existe compromisso nenhum, eles podem simplesmente aparecer e desaparecer a qualquer momento. A ajuda de outras pessoas é essencial em alguns estágios do jogo para manipular peças e conseguir completar os desafios – não é possível concluir todos os desafios sozinho.

O interessante é que você não tem absolutamente nenhum controle sobre os demais personagens. Esses outros personagens são pessoas de qualquer parte do mundo que também estão participando do jogo em qualquer outro estágio. A pessoa pode acompanhar você por diversos estágio, ajudá-lo em apenas um estágio e sumir, estar em um estágio mais avançado e abandonar o desafio dele para ajudar você, e vice-versa.

O conceito do jogo é um tanto diferente da maioria dos jogos existentes, de forma que coloquei abaixo um vídeo para ilustrar a sua mecânica antes de proceder para o restante da análise.

Fazendo um paralelo entre o jogo e as organizações vemos claramente como as idéias propostas pela nova gestão são colocadas à prova. No jogo existe uma série de regras claras e acessíveis a todos (que objetos podem ser movidos, como alguns objetos se comportam, etc) – esse é um dos conceitos na nova gestão – as “constrains” – e que no passado eram chamadas de “políticas” mas que na verdade não serviam para muita coisa pois não eram efetivamente aplicadas ou eram obscuras demais para servirem para alguma coisa. No jogo existe um objetivo muito claro, que é solucionar o desafio movendo as peças até um determinado ponto do cenário – nas organizações também existem objetivos (ou pelo menos deveriam existir) que apontam a direção que a organização deve seguir. E o que é mais interessante – e raro nas organizações – é a questão da colaboração. No jogo não existem chefes, diretores, gerentes, funcionários, nada. Todos estão em pé de igualdade, não existe hierarquia, ninguém manda e ninguém obedece e apesar disso (ou talvez, exatamente por conta disso) as pessoas se dispõem a ajudar, sem esperar nada em troca, apenas para conseguir que todos os que estão passando pelo desafio consigam chegar ao objetivo final que é solucioná-lo.

É interessante notar como todas essas idéias colocadas na prática realmente funcionam. As pessoas agem com base em um conjunto de regras claras, colaboram entre si por vontade própria, não existe uma autoridade central ditando, controlando ou monitorando as ações de ninguém, mas mesmo assim o objetivo – definido claramente – é sempre atingido.

Se você já conhece o Drei, reflita sobre como todas essas questões estão presentes no jogo e como as organizações são parecidas com ele. Se você ainda não conhece, baixe o jogo para seu iPad ou acesse a versão para jogar online – diversão e aprendizado garantidos!

Para ler os artigos que eu já escrevi sobre a gestão na era da complexidade, clique aqui.

Os melhores livros sobre negócios de 2013

Os frequentadores assíduos do site já sabem da minha paixão por leitura – seja livros, revistas, jornais, artigos em sites – e em 2013 não foi diferente.

Como disse o Ricardo da Bizrevolution eu também “gasto mais dinheiro com livros do que com qualquer outra coisa”. Em média são 30 livros por ano, além de uma boa dose de revistas e diversos sites que acompanho diariamente.

Falando especificamente dos livros, meu critério para classificar um livro como excelente/bom/ruim é a quantidade de trechos que eu vou grifando enquanto leio. Como a maioria dos livros que leio há alguns anos são no formato digital, fica fácil gerenciar essa informação. O app do Kindle, por exemplo, tem um recurso muito bacana que permite você consultar apenas os trechos que grifou durante a leitura, fazer anotações, compartilhar essas informações e também ver quais os trechos do livro foram mais grifados pelos outros leitores, como também saber exatamente quantas pessoas acharam aquele trecho interessante (e talvez prestar mais atenção a ele).

Um outro recurso que acho muito bacana da plataforma da Amazon é a possibilidade de simplesmente devolver o livro se você não gostou dele. É extremamente simples e o reembolso é feito na hora, sem nenhum tipo de enrolação ou questionários querendo saber o porquê de você estar devolvendo o livro. Faço isso com frequência – se depois de 50 ou 100 páginas o livro simplesmente não me conquistou, ou se não consegui grifar nada, não encontrei nada de novo ou interessante, eu não penso duas vezes – acesso o painel da Amazon e clici “devolver para reembolso”.

Um outro hábito que tenho com relação à leitura é de fazer listas de livros que ainda quero ler. Eu utilizava bastante a opção “wish list” da Amazon (minha lista na Amazon deve ter uns 100 títulos atualmente) mas ultimamente passei a coletar essa informação no Evernote pois às vezes encontro um livro bacana em um outro site, ou então em uma livraria física e é um pouco trabalhoso acessar o site da Amazon, achar o livro e depois incluir na lista – simplesmente abro o app do Evernote e adiciono ele aos meus lembretes.

Sobre as revistas, esqueça as nacionais – Exame, PME, Você S/A, e outras do tipo – se você realmente quer aprender algo diferente, encontrar matérias relevantes e gastar pouco dinheiro leia as americanas. Não é para parecer esnobe, mas tudo o que sai de novidade sai primeiro em inglês. Além disso é muito mais barato assinar (ou comprar) a Inc. ou a FastCompany do que da Exame. Vai entender.

Atualmente tenho lido – e recomendo que você leia também – a Inc., FastCompany, Wired e Entrepreneur.

//
//

E agora, fazendo justiça ao nome do post, vamos a lagunas indicações de livros!

  1. The Icarus Deception (Seth Godin) : recentemente postei a resenha do livro aqui no site, então não vou ficar repetindo os detalhes, apenas vou reforçar que vale muito ler esse livro! A pergunta que o autor quer plantar na sua cabeça é “Quão alto você vai voar?”. Não pense que é um livro cheio de besteiras de auto-ajuda. Ele mostra as mudanças que ocorreram no ambiente de trabalho recentemente e como os profissionais de hoje devem pensar e agir se quiserem ter sucesso. Leia a resenha que eu fiz aqui.
  2. The living company: growth, learning and longevity in business (Arie de Geus) : esse livro não é muito novo, mas trata de um assunto importante que é a capacidade das organizações aprenderem e se transformarem se quiserem continuar relevantes. O autor fala bastante sobre a mudança de uma sociedade baseada em capital para uma sociedade baseada em conhecimento, a necessidade das empresas aprenderem a “esquecer” e construir novos conhecimentos. Recomendo!
  3. Complexity leadership – Conceptual Foundations : um tema sobre o qual estudei bastante esse ano foi o tema “complexidade”. Há algum tempo vários autores vem alertando sobre essa mudança dentro das organizações e poucos estão ouvindo o que eles tem a dizer. Autores como Niels Pflaeging, Jurgen Appelo e Clemente Nóbrega tratam bastante sobre essas questões e eu sugiro que você comece a ouvir o que eles estão dizendo – se é que já não está ouvindo. Com relação ao livro ele é uma coletânea de diversos artigos que buscam compreender o papel da liderança dentro de um ambiente complexo. A leitura é um pouco pesada e eu apenas recomendo esse título se você já tem algum conhecimento sobre o assunto. Se não tiver, melhor começar por outros títulos mais básicos que vou recomendar abaixo.
  4. Leadership and the new science – discovering order in a chaotic world (Margaret Wheatley) : excelente livro para os iniciados no tema “complexidade”. É menos pesado que o título anterior mas mesmo assim é uma leitura que exige atenção. A autora analisa as principais mudanças na organização sobre a ótica da complexidade, o papel da cultura organizacional, modelos alternativos à visão homem-máquina/empresa-máquina. Escrevi bastante sobre ele em posts anteriores, veja aqui.
  5. What management is (Joan Magreta) : quer entender sobre gestão e já leu todos os livros do Drucker? Leia esse então. O livro é um curso básico sobre gestão, cobre assuntos como o que é gestão, inovação, métricas, execução, foco e todos os assuntos relevantes do dia a dia de qualquer negócio. Nada de muito novo, mas relevante e atemporal.
  6. Make your idea matter (Bernadette Jiwa) : não é exatamente um livro, é mais uma coletânea de pequenos artigos falando sobre marketing, relacionamento com clientes, empreendedorismo e outros assuntos relacionados. Leitura fácil e rápida, o tipo de livro para ler um capítulo todo dia pela manhã (ou noite) e refletir.
  7. How to Say It – Business to Business Selling (Geoffrey James) : excelente livro sobre vendas B2B, recomendo fortemente a leitura! O autor é colunista da Inc. Se você quer conhecer um pouco do conteúdo leia a coluna dele no site da revista e depois compre o livro.
  8. Agile Business – A Leader’s Guide to Harnessing Complexity (Bob Gower) : esse é o livro que eu indico se você quer começar a entender um pouco mais sobre complexidade. É uma coletânea de pequenos artigos falando sobre sistemas complexos, aplicação de métodos ágeis na gestão e outros assuntos relacionados. O livro foi escrito pelo pessoal da Rally Software, justamente aqueles que estão aplicando tudo aquilo que falam, pessoal que tem experiência sobre o que funciona ou não. Leia!
  9. The connected company (Dave Gray) : esse leva o título de “melhor dos melhores do ano”. Simplesmente fenomenal! Se você só conseguir ler um livro leia esse! O autor faz uma compilação sobre todos os assuntos que eu mencionei anteriormente nos outros livros. Mudança no mercado, mudança nas organizações, teoria da complexidade, transformações. Foi o livro que eu mais grifei, tuitei, compartilhei, etc. Leia, leia, leia!!!!
  10. The Art of Non-Conformity  (Chris Guillebeau) : livro bacana do mesmo autor do “The $100 Startup”. Na linha do “The Icarus Deception” fala sobre como fugir do mundo corporativo e realmente criar algo que faça sentido, que faça a diferença. Da pra ler em apenas uma sentada.

E você? O que leu de bacana esse ano? O que achou da lista? Já leu alguma coisa? Comente!

//
//

Novidades a caminho!

Website-constructionDentro das próximas semanas o site “Luigui Moterani – Repensando o fantástico mundo dos negócios” vai passar por grandes alterações. Prepare-se!

Quem tentou acessar o site hoje deve ter percebido uma certa instabilidade devido à migração de servidores, atualização de arquivos, entre outros procedimentos.

Em breve teremos novas seções, resumos de livros, vídeos e muito mais conteúdo de qualidade para aqueles que estão sempre buscando repensar suas práticas de gestão.

Se você tem o costume de acessar o site, tenho certeza de que já deve ter encontrado muita coisa bacana. São mais de 240 posts nos últimos 4 anos, além de apresentações, sugestões de vídeo, indicações de livros e muito mais. Que tal contribuir para que esse conteúdo continue sempre disponível? Ao lado direito você encontra um botão “Doar” para fazer sua contribuição através da plataforma PagSeguro do UOL.

Muito obrigado a todos aqueles que contribuíram para o sucesso do site até hoje, temos muitas novidades a caminho!

Grande abraço!

Luigui Moterani, novembro/2013